Confundida com calvície, a alopécia areata é capaz de causar traumas psicológicos ainda mais severos em quem a adquire, por ser uma doença capaz de retornar após uma suposta cura e que pode fazer com que todos os pelos do corpo caiam. Mesmo com os avanços da medicina, torna-se difícil encontrar um tratamento capaz de revertê-la e impedir seu retorno, mas uma notícia divulgada em 2014 pelo Epoch Times pode provar que a solução pode ser mais simples do que parece.

Trata-se do tratamento para alopécia areata através da alimentação viva, até então adotada por veganos e vegetarianos, mas que agora é utilizada também como elemento de cura.

CASO LAURITA CASAGRANDE:

Após aproximadamente 20 anos buscando a cura para alopécia areata através dos tratamentos tradicionais, Laurita Casagrande, hoje fundadora do Projeto Girassol em Minas Gerais, decidiu procurar outras alternativas, visto que segundo sua própria médica a doença sempre iria voltar quando seu organismo apresentasse baixa imunidade. Foi então que, em um evento sobre alimentação natural, ela decidiu mudar completamente seu cardápio e conseguiu o tão sonhado resultado.

Segundo Laurita, com um ano e meio de tratamento seu cabelo começou a crescer, e após 4 anos utilizando somente a alimentação viva, seus cabelos já haviam sido recuperados, assim como os pelos do corpo, e continuavam em constante crescimento, sem apresentar novas quedas. E não houve nenhum segredo: bastou apenas força de vontade e foco, sem necessidade de fazer combinações de alimentos ou algo similar.

Além da cura para a alopécia areata, o bom funcionamento da tireoide, a regularização do colesterol e maior disposição foram outros benefícios adquiridos de forma natural.

O QUE É ALIMENTAÇÃO VIVA E QUAL A OPINIÃO MÉDICA:

Iniciada nos anos 90 nos Estados Unidos e ganhando cada vez mais adeptos e seguidores no Brasil, a alimentação viva, ou crudivorismo, promete uma vida mais saudável e livre de doenças.

A nutricionista Vivian Oliveira explica que esse tipo de alimentação é constituído somente por elementos frescos e orgânicos, como frutas, verduras, castanhas, cereais integrais, brotos, sementes, óleos de coco ou linhaça, alimentos fermentados, entre outros. Ela ressalta que o grande foco desse estilo de vida é fazer o consumo do alimento em sua forma crua ou em uma temperatura máxima de 43ºC, de modo a manter todos os nutrientes e vitaminas. Por isso é possível obter tantos benefícios, como a cura de doenças.

Por outro lado, existe a crítica que alega que a alimentação viva pode ser restritiva a ponto de privar o corpo de elementos essenciais à saúde, que são obtidos através de carnes, por exemplo.

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